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    • João Monteiro nasceu em São Paulo em 1953 e se revelou desde cedo, ganhando diversos concursos de arte nacionais e internacionais. Ele obteve bolsas de estudo etornou-se aluno do escultor Caetano Fraccaroli.

      Em 1972 João troca a FAUUSP pelas Belas Artes de Paris de onde sai diplomado.

      Desistindo de lecionar na UNICAMP ele se lança numa série de viagens pelo interior do Brasil exercendo as diversas facetas de sua profissão tais como retratos, ilustrações, decorações, charges, desenho de moda, etc. Foram experiências que alimentaram seu questionamento sobre nossa identidade cultural, permitindo-lhe redefinir, a partir da muda linguagem de nossos gestos, uma nova visualidade brasileira, a que dedicou desde então sua arte.

      Retorna a França em 1981, se estabelece em Toulouse. Expõe em diversos paises da Europa e inclui a África em seu roteiro.

      Durante a Copa do Mundo na França ele é o artista convidado da cidade de Toulouse aonde expõe esculturas monumentais.

      Em 2006 mostra o conjunto de esculturas monumentais “Deuses e Semi-Deuses do Futebol Brasileiro: A Ginga Canonizada” no Vale do Anhangabaú em São Paulo; expõe e administra oficinas de arte no SESI, na Avenida Paulista.

      João Monteiro continua expondo na França porem volta agora a viver no Brasil aonde espera prosseguir sua obra multifacetada na qual a escultura e a forma no espaço tem lugar central em sua busca da expressão do ser brasileiro.

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    • Se por um lado as ferramentas óticas e digitais se tornaram incontornáveis na produção e reprodução de imagens em nossa sociedade industrial , por outro, a natureza da imagem artística é  antagônica a da imagem publicitária. A arte é voltada para o longo prazo, para o universal e permanente, admitindo um grau de complexidade incompatível com a publicidade e o entretenimento, os quais devem oferecer leitura imediata e sem esforço. É como a tora em brasa em relação ao fogo de palha.

      Mesmo não podendo se furtar da influencia das imagens industriais, das novas técnicas e materiais, penso que a arte deve permanecer crítica ao incorporar essas novas ferramentas, não permitindo que elas alterem seus métodos e seus propósitos. É o que procuro fazer, confrontando constantemente essas novas ferramentas às tradicionais,  passando da mesa digital ao cavalete e vice-versa.

      Se o confronto direto com a matéria é muito mais nutritivo para o pensamento plástico que o "virtual" as vantagens das novas técnicas e ferramentas também podem ser enormes, inclusive no resgate da tradição, pois imagens vetoriais podem ser realizadas na dimensão que se desejar, podendo assim se adequarem facilmente à uma arquitetura ou paisagismo em que se inserirem.

      Proponho assim várias soluções sob medida, a partir dos desenhos vetoriais: impressões em diferentes suportes eventualmente retomadas manualmente, painéis compostos de acrílico recortado e montado como um vitral, recortes em metal, incrustações em madeira, etc.

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    • A escultura é certamente a arte individual mais tributária de ferramentas e materiais. Em escala monumental ela se aproxima da arquitetura e da engenharia. É a arte plástica mais lenta em sua realização, mas também a mais durável. À argila, à pedra e ao bronze somam-se hoje os compósitos, tais as resinas sintéticas e as fibras de vidro e carbono,o inox, entre outros novos materiais e às estecas, cinzéis e limas se acrescentam os maçaricos, as ferramentas elétricas e ainda as impressoras em 3D e os robôs de corte a laser. Realizei até aqui poucas esculturas monumentais justamente por tais execuções se tornarem trabalhos de equipes ou trabalhos industriais, porém desenvolvi inúmeros projetos e maquetes e grande parte de minha produção, por suas proporções tem essa vocação. Muitas peças se acham totalmente resolvidas e prontas para execução. Elas vão do clássico, freqüentemente  tratando o corpo em movimento, a estilizações, sempre figurativas, algumas se tornando sorte de desenhos tridimensionais filiformes, cuja leveza e transparência dialogam com arquiteturas e paisagismos contemporâneos.